quinta-feira, 16 de abril de 2009

Post atrasado

Bom, nem sempre o cara tá disposto a escrever. O nome disso é preguiça. E aí peço desculpas a minha imensa comunidade de leitores de Recife, Caruaru, Santos e São Paulo (esqueci alguma metrópole?) por ter deixado de dar notícias desde o meu aniversário. Eu juro que não era ressaca.

Bom, eis que rolou um final de semana de passeios por Montreal e pra uma outra cidade aqui perto, que o nome não vem ao caso (você diria a alguém que foi conhecer Paulista?). Então prossigamos.

No sábado fomos dar um passeio numa ilhazinha aqui perto que é um bairro dos lisos de Montreal: jogadores de Hockey, Médicos, empresários, web designers (mentira... juro que é mentira minha)...

O lugar é tão de liso que até as árvores são etiquetadas, de loja. "Amigo, me vê aí duas jaqueiras, 3 mangueiras, 1 pinheiro canadense, e 2 sequóias, por favor! Ah! Jaqueira acabou? Então me vê pés de Fruta-Pão! Obrigado!"

Essa é uma das ruas onde estão casas, digamos, mais simples. Com uma plantação de milho grande tu compra uma dessas.


Um prédio na beira-rio! E esse eu garanto que é mais do que os 300 ou 400 mil dos da beira-rio da Torre. Pense num prédio de liso!

A gente indo buscar o carro pra ir embora.


Um dia eu chamo vocês pra almoçar aqui em casa. Pra comprar uma dessa, só uma safra inteira de milhão.

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Depois dessa visita beneficente aos lisos, fomos almoçar num restaurante chinês que funcionava da seguinte maneira: menos de 10 dolares e pode comer até explodir. Bom, cheguei perto disso. Não é tão bom quanto o Chinês da 48 (Kércio Chuang, meu querido, quero desconto pela propaganda), mas tem muita coisa boa: frango-doce, empanado, frito, rolinho primavera (nem tem o de queijo coalho, né lasca?), alguns sushis, biscoito da sorte (gostei mais do que os do Brasil), macarrão, bifon, bla bla bla... além de sobremesas boas e um sorvete que todos disseram pra mim "é horrível!". Bom, não me atrevi. Até sopa eu tomei antes de fazer meu prato mesmo. Por sinal, sopa é uma coisa que o povo gosta e consome muito aqui no Canadá. Deve ser mais barato e saudável. E também deve dar aquela esquentada no inverno. Bom, aí que eu tomei uma sopa aqui com uma coisa branca dentro, nada bonita (Rodrigo falou que não quer nem imaginar do que é feito), porém muito gostosa. A sopa e essa parada branca que parece aquele miolo de macaco do filme Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida.

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Olha só a carinha dessa sopa. Tu encarava uma dessa? Isso foi tudo que tirei de foto do restaurante chinês. Também ficar tirando foto em lugar de chinês é ser mais chinês do que os próprios.

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À tarde demos uma descansada e fomos até a área conhecida como Vieux Port (velho porto) na parte velha de Montreal. Seria algo como o Recife Antigo. Um lugar simplesmente incrível. A cidade antiga é muito bem preservada e é onde está boa parte da boemia "montrealense". Barzinho em tudo que é esquina, bem cuidados, CAROS, e um clima bem parecido com a Europa. Detalhe: eu NUNCA fui na Europa, mas deve ser assim. No Vieux Port é onde está instalado o Cirque de Soleil. Não a trupe que vai aí pro Brasil esse ano, mas a do espetáculo novo. Ingresso??? Já era! C'est fini. Bom, como fomos no início da noite não deu pra ver tudo do jeito que eu queria, mas voltarei aqui com o dia ainda claro. É imperdível! O bom é que com essas fotos eu posso dizer que já fui pro Canadá e aproveitar as mesmas e dizer que já fui pra Europa. Duas viagens numa só.

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Pra finalizar, uma super fuleragem com o leitor. Uma casa de doce que vende só coisa com chocolate. Então, uma sobremesa e uma ocorrência de bombeiro no prédio ao lado. Pelo movimento, acho que alguém deixou o gás aberto.

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DOMINGO

Bom, domingo a gente foi comprar umas coisas em mercado e depois FAXINA. É, fio. Tá pensando que aqui a casa fica limpa apertando só um botão é? Nem a pau! Tô treinando meus afazeres domésticos. No fim da tarde, início de noite, fomos a um lugar chamado de Cabana à Sucre.

É uma parada que serve comidas feitas (e comidas, claro) pelo povo do Canadá que sai durante o dia pra cortar lenha. Derrubar madeira. Principalmente durante o inverno, os pratos tem que ser repletos de açucar e calorias pro camaradinha aguentar o frio e ter energia pra cortar tanta lenha. E é das árvores das redondezas que eles tiram também o Syrup, um mel muito gostoso usado em suas (quase todas) comidas. André, meu irmão, se não me falha a memória, chegou a comer isso por aqui.


Torresmo (aqui dizem que é orelha de porco. Pra mim é Torresmo) com cerveja. Ai! Saudade do Bar de Zé Tintin em Fazenda Nova.



Sopa com cerveja. Que alimentação saudável.


Aqui meu prato. Um dos. Presunto (do gordo), inhame (não é mais parece), torta de ovo, feijão doce e Syrup (mel). E pra quem acha que vou voltar um boi, já perdi 2kg desde que cheguei aqui.

A brasileirada que foi pra lá, com um mexicano infiltrado à direita. Santiago, my cumpadre.
A vista de fora da casinha que a gente tava. Não sei porque, mas tudo aqui tem cara de cenário de filme pra mim.


Pirulito na hora: o tio derrama o Syrup sobre o gelo, ele semi-congela, a menininha aguarda ansiosamente, pega um palitinho, enrola pra fazer o pirulito...
E eu faço a mesma coisa. E me melo todo. Amador é uma desgraça.

Bom, depois de contar todo o final de semana num post só, vou indo nessa dormir porque já to dormindo sentado.

Abraços a todos e breve, breve, outras fotos e fatos.
Artur

sábado, 11 de abril de 2009

3.0


É estranho acordar com o primeiro dígito de sua idade alterado. É de certa forma duro, bate uma saudade imediata de descer pra jogar futebol no prédio, de sair andando de meia noite com os amigos pra comer um sanduíche numa lanchonete longe de casa, de ir a um show de música baiana no Clube Português de short xadrez, camisa polo e dockside. É, eu sei que é jegue, mas era a moda. Bate uma vontade daquele tempo que comer muito não significava engordar de imediato, que jogar futebol de botão era um esporte que valia medalha e troféu, de ir pras festinhas do prédio dançar ao som de Information Society, de Ultraje a Rigor, de New Order, Ereasure, Roxette... De ir pro Salesiano e se sentir no quintal de casa.

Mas ao mesmo tempo há uma sensação boa, de responsabilidade, de fazer seu caminho da forma que achar melhor. E isso é impagável.

Comemorar 30 anos fora do Brasil pra mim foi uma vitória. Não por querer comemorar um aniversário longe da minha terra, mas por ter conseguido realizar um sonho de ir para o exterior antes dos 30.

Bom, vamos deixar de textinho bonitinho e com tentativas de frases de efeito e vamos pra parte boa. Minha comemoração ontem, em terras canadenses.

A começar pela minha primeira festinha on-line nesses 30 anos. Com direito à decoração, convidados especiais (Hello Kitty, Joey Ramone, Bob Marley, Stan, os ratos, os cães) e claro, muita música, com direito à discoteca on-line também no final da noite, início da madrugada. Como diria o amigo Beto "kkkkkk... piada interna". Foi assim que Bruna começou minhas comemorações internacionais. Uma festa surpresa, direto do seu quarto. E ainda teve bolinho. Melhor impossível. Ah! E ainda teve brinde on-line também. Cerveja de lá, cerveja de cá. Pena que não registrei esse momento. Obrigado, linda. Foi ótima a festinha.


Abaixo, Bruna, a decoração, o bolinho e os convidados. Ah! E eu no cantinho. =D. A primeira festa on-line a gente nunca esquece.


Abaixo, festinha no bar Les 3 Brasseurs (algo tipo, os 3 cerveijeiros), no centro de Montreal. Muito bom o lugar e a cerveja também. Pretendo voltar lá antes de ir embora.


Da turminha da farra de Recife, Leila e Joana. Faltaram na foto Bruna, Manna, André, Keity.


Eu e o La Echétérá: uma cerveja de cada tipo pra degustação no Les 3 Brasseurs.


Eu e Joana brindando a cerveja "La Brune". Cerveja levemente adocicada, morena que eu coincidentemente gostei bastante.

A laranja não tinha no copo da cerveja não. Foi só pra pra dar um ar de "tropicalidade" e melhorar essa minha cara feia. Ah! Ainda é a La Brune.

Aqui está minha festinha inteira. Da esquerda pra direita: Rodrigo, Rangner, Leila, Joana e eu.

Um brinde aos 30 anos do rapaz. Modéstia à parte, pra quem tem 30 anos eu até que não to mal. =D. Ah! Cerveja boa da pinóia essa daí. 600 ml num copo, o zidadão cobeza a ficar bei tonto... zeeeei lá...


É isso! Começou outra fase do jogo pra mim. Obrigado a todos pelos parabéns que vieram por e-mail, skype (festinha on-line, viva!), msn, telefone, ao vivo... Retribuo a todos vocês com um cheiro em seus corações e abraços apertados. Aos de longe e aos de perto.

artur

terça-feira, 7 de abril de 2009

Era uma vez o verde e o dia ensolarado!


Frente de casa, gramado verdinho, dia ensolarado...


Pois é, dia desses eu ia escrever sobre como as coisas tavam começando a ficar verdinhas aqui, ensolaradas (falei do sol naquele dia e tal). Esqueça. Deixa mais pra frente. Olha aí pra baixo e entenda o que eu to falando. Não que isso não seja motivo de alegria e festa. PELO MENOS PRA MIM QUE NUNCA TINHA VISTO NEVE.

Aquele mesmo amigo lá da arquibancada olhou pra mim, olhou pro céu do alto da sua morada e disse "Hoje vai nevar, meu véi. Dá uma olhada na cor do céu".



A mesma frente de casa, agora branquinha, branquinha. Começaram a entender? Pois é, assim que eu cheguei aqui tinha ainda um monte de gelo pelas ruas. Gelo mesmo, não é neve. É o que sobrou do inverno. E ai uma hora começa a ficar feio, junta poeira, horrível. E aí, claro que o matutinho aqui ficou decepcionado. Porra, tu sai de casa num calor dos infernos, vem pra um lugar mais frio do que o santo freezer que gela minhas cervejas e não vê neve caindo. E todo mundo aqui dizendo pra mim "é igual na tv. espero que não neve mais" "se você tiver aqui ano que vem você vai ver." Po, meu povo, deixa o cara curtir também. Imagina um canadense, um finlandês, um russo, um esquimó que vai ao Recife e tá chovendo o tempo todo, nada de sol, água do mar gelada. Olha o tamanho da decepção.

Mas aí, meu bom Deus não ia me decepcionar nessa. E eis que hoje durante a aula, de manhã vejo uns pequenos "pingos" de neve caindo do céu. Era tão pouca neve que no meio do caminho, antes de cair no chão já acabava, mas eu já fiquei feliz. Mas aí não deu pra ver nada demais. Tudo bem, já ia voltar pro Brasil dizendo que tinha pego a maior nevasca e que só não deu pra tirar foto porque eu tava dentro da escola. Volto pra casa e no caminho do metrô pro lar sinto uns outros "pingos"de neve. "AGORA VAI!" pensei. E não foi. Bom, morguei mais uma vez, vim pra casa. Aí to eu jantando quando de repente olho pra janela e NEVE! NEVE C@&^%(* !!!

Prontamente fui pro meu quarto, botei roupa, casaco, toca peguei a máquina e fui pra galera. Tá, pro povo daqui não foi muita coisa, a não ser um "porra, mais neve é f..." Pra mim foi bom dimai. Fui até o campo, aquele que tava ficando bem verdinho, e tirei algumas fotos. Além de ter ido e voltado o caminho todo de sorriso aberto. Pronto! Agora sim eu posso dizer que vi neve.

O campo que tava ficando verdinho.


Esse aí vai ser bom pra pegar amanhã.



Eu juro que isso não é caspa. É neve, camarada!


Vai um sorvete de água aí?


Olha a cara de alegria do menino! É isso aí, meu povo do calor. A tal da neve existe e é fria que só a gota. Mas, como diriam meus amigos da infância: "é arretex". (não sei se por 5 ou 6 meses)

Ah! Isso aqui? Bom, isso aqui é uma churrasqueira zero Km na varanda do apartamento de Rodrigo e Rangner, pedindo pra ser inaugurada. Então BOTA A CERVEJA NA VARANDA PRA GELAR, CARAAAI!

E pra jantar


C U S C U Z !!!

e tava bom, viu?!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O Guia


Assim eu não me perco nem a pau! Eu acho.

"vire à direita na Rue Galt a 150 metros"

Ah! E saudações rubro-negras. Xau, tricolor! (especial para meu primo Paulo André)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Le Soleil

Ça va, mes amis?
O sol apareceu "de cum força" hoje. Deu até pra franzir a testa.


E aí a galera também avacalha. Meu senhor, tá fazendo sol mas num é Boa Viagem Beach não. Parece que não vê sol há seis meses.

Clima agradável em Montreal. Não chegou a ser um calor digno de praia como pensou o amigo acima, mas de uma volta com a cachorrada sim. Pense numa alegria desses caninos. Não só deles, mas dava pra ver um povo mais disposto, mais sorridente na rua.

Na foto, a dupla Sadia e Perdigão tentava enrolar o seu dono nessa coleira que eu achei a maior fuleragem. Uma pros dois é pau. Praticamente gêmeos siameses.


Porque, minha senhora, um cachorro tão pequeno? Mais fácil de segurar né? Eu entendo. O pior é que o Urso aí, digo, o cão, vinha farejando o chão sem me ver, quando levantou a cabeça e viu um ser em sua frente, deu o maior pinote e carreira pra trás. Papelão, meu amigo!

Assim que sai da academia, fui andar pelo centrão pra curtir o sol também. O que é interessante nesses dias de sol é que o povo foge das sombras de todo jeito. A calçada do outro lado tava praticamente vazia.






A volta pra casa foi sem as mãos nos bolsos hoje. A andada foi mais lenta e deu pra ficar um bom tempo sentado no campo vendo o tempo passar, pensando na morte da bezerra. Ah se fosse sempre assim!







Até meu amigo ai do lado resolver dar uma parada no campo pra curtir o sol e pensar na vida, nas nozes perdidas e ainda ficar esperando seu grande amigo Teco.

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Até, todos!

Cheiro pra quem é de cheiro, beijo pra quem é de beijo, abraço... bla bla bla... e quem não for de nenhum desses, adeus!

artur

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Primeira semana de aula, primeiras aquisições.

Primeiro, favor não reparar na pose "Corcunda de Notredame". Eu tava abaixando pra sair na foto. Enfim, da proxima vez eu peço pra tirar outra foto.

Bom, e ai está minha primeira aquisição de muambeiro no Canadá. Eu queria muito comprar um Mac, é um sonho de consumo, mas depois de muito pensar, de algumas opiniões, vi que o melhor a se fazer agora era comprar um PC mesmo. E comprei um ótimo Sony Vaio. Não me perguntem especificações porque não sei decorado. Sei que paguei um preço muito menor do que seria no Brasil. Uma coisa interessante, nem por isso boa, daqui é que quando você vai comprar algo aqui, aí tem lá na etiqueta, por exemplo Can$100,00. E aí quando tu vai pagar no caixa: PLIM - Can$ 112,00. São as danadas das Taxes. Tipo um imposto sobre o produto. Beleza isso não? Não. Eu sei. É foda, mas é assim que a coisa funciona aqui. Pode até pechinchar, mas a tax tá lá.


Eu ainda entro aqui pra comprar, não só pra babar. Ah! E porque eles não botam nome na entrada da loja??? =\


Além disso já comprei chocolate, caneta e pasta pra guardar papel. Ah! E um cadeado pra meu armário na academia da escola (vem a seguir)



E eis que aqui está a minha escolinha de idiomas. A YMCA. A escola tem uma estrutura incrível, é grande, aulas de ingles, frances, alemão, português, espanhol, bla bla bla... O meu curso dá direito também a usar a academia da Escola. E QUE ACADEMIA!!! Tem a estrutura de uma academia muito boa aí em Recife. Quadras de Squash, quadra de basquete/futebol/volei, aulas de spinning, jump, dança, tv pra tudo que é lado, pista de cooper em volta das maquinas de musculação. E é pra onde eu vou depois da aula. Não vou voltar nenhum Rambo, mas tá me fazendo um bem danado. Muito mais pra cabeça do que pro corpo.

Tá, falando das aulas. Na minha sala, são 6 alunos, sendo: 1 brasileiro (presente), uma sérvia, uma iraquiana, uma egípcia, um colombiano e uma americana. No intervalo só rola conversar em inglês e enrolar no francês. Povo gente boa, com aspirações e histórias bem diferentes, mas a fim de aprender le français.

Do Brasi, eu que vim ver se essa terra é fria mesmo ou se é conversa de urso polar. Da Colômbia, Philipe, um boy de 18 anos que tá aqui por intercâmbio, figuraça, e que pretende voltar pra fazer faculdade em Montreal. Gélica (em alfabeto sérvio é algo como ŽELLIĆA, segundo eu lembro que ela escreveu), casada com um engenheiro civil Gabonês (só descobri que o Gabão era na África depois de olhar no Google) e em setembro começa a estudar Adminsitração na universidade McGill). Hiva (Iba, pra gente), iraquiana que mora em Ottawa há 18 anos com a família e não tem notícias de familiares NO IRAQUE desde então. Ui! Salva, Salma, Salba... enfim: egípcia, mãe de 2 filhos que moram e trabalham em Montreal há algum tempo. É jornalista de um jornal Egípcio daqui mesmo de Montreal. Uma espécie de correspondente do caderno de Mídia. Confesso que é com quem tenho mais dificuldades de me comunicar. Sotaque é bronca de ententer, fio. Dana, estudanta americana que não gosta dos EUA e por isso foi morar em Montreal.


Minha professora do YMCA que esqueci o nome agora. (Só imagina um cabelo um pouco maior e grisalho. O resto tá igual).

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Breve novas notícias deste picolé (já derretendo) que vos escreve.

Abraços e beijos a todos
Artur