sexta-feira, 17 de julho de 2009

Fechado

Isso aqui tá fechado por tempo indeterminado. Eu ia falar sobre minha viagem a Toronto, mas já prescreveu. Até mais. Adeus. Xau. Au revoir.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Mudando de assunto

Mudando totalmente o teor do blog aqui, coloco um tipo de despedida da personificação do Pop. O tipo de fato que eu não achava que aconteceria. Claro que um dia ele morreria, mas que é foda, é. Assim como deve ter sido difícil acreditar que John Lennon morreu, Bob Marley, Elvis Presley...

Enfim, minha singela homenagem/despedida.

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Just Beat It

Quem nunca teve medo do clip de Thriller? Quem nunca tentou fazer moonwalk? Quem nunca cantou Beat It? Bad? Black Or White? ABC? Quem nunca chutou o ar imitando little Michael? Quem nunca achou massa ver o Jackson Five com calças boca de sino e aquele guri tomando a frente e cantando com sua voz de crainça adulta e dançando como se tivesse ensinado a James Brown? Se você respondeu não em todas, pode parar de ler aqui.

Eu sempre me pergunto como será quando os grandes (grandes mesmo) nomes da música morrerem? Sei que já morreram John Lennon, Bob Marley, Elvis, mas eu não vi isso. E parece que agora eu sinto essa sensação um pouco amarga.

Hoje, 25 de junho de 2009, morreu Beethoven. Morreu Mozart. Morreu Elvis Presley. Morreu James Brown. Morreu Bob Marley. Morreu um Beatle. E morreu, pra agora viver em paz, Michael Jackson. O sentimento é de tristeza como o de quem perde uma pessoa próxima. Um amigo de infância. Era isso que Michael Jackson representava pra muita gente, inclusive para mim. Um amigo de infância que você nunca perdeu o contato, que você tá sempre ouvindo (e porque não conversando), vendo, se preocupando. O coração fica pequeno, apertado, sem querer bater mais que 30 vezes por minuto.

Ao mesmo tempo a tristeza abre espaço para um sentimento de alívio por um amigo que passou a vida sob pressão. Que passou a vida lutando contra sua baixa auto-estima, seus conflitos internos, seus problemas psicológico. Um amigo que viveu boa parte do tempo doente. Doente pra dentro de si mesmo. De uma criança que não teve infância e resolveu viver esta depois dos 30, 40 anos. Uma espécie de Peter Pan moderno. Alguém que, por mais que tenha sido vítima, foi também impotente para combater e enfrentar todos os seus problemas.

Não tem Prince, não tem Madonna, não tem nenhum outro dos seus irmãos Jackson e não tem nenhum outro pós-Michael que possa chegar aos seus pés. Não diminuindo Madonna, Prince, irmãos ou qualquer outro de sua época ou depois disso. Mas é que Ele (com letra maiúscula mesmo) praticamente inventou a música Pop. Aperfeiçoou James Brown, fez o “break” virar música e dança pra todo mundo de todas as cores e classes. Fez o disco mais vendido de todos os tempos (com a ajuda de Eddie Van Halen), Thriller, com a melhor sequencia de músicas seguidas EVER: Thriller, Beat It, Billie Jean e porque não Human Nature?! Era um Jackson do Jackson Five e não precisa falar muito mais disso. A máquina de criar sucessos, de hits, o maior nome do Pop, sempre e para sempre.

Às vezes acho (e a maioria dos seus fãs também devem achar) que isso é mais uma ação de Marketing de Michael e que amanhã ele vai sair da sua casa normalmente, com seu chapéu, de luvas e calça coronha pra divulgar a sua turnê. Que ele vai rir e debochar da imprensa e dizer que isso foi só uma brincadeira. Que vai fazer Moonwalk de novo. Que vai chutar o ar. Ajeitar o chapéu e num gesto rápido vai jogá-lo longe. Que vai dar aquele xau por trás de uma máscara. Cai a ficha. Parece que dessa vez não. “It’s Human Nature”. Chegou a hora que ele deve ter dito “Chega! Não aguento mais. Paro por aqui!” E foi.

Vai-se Michael. Não fica ninguém em seu lugar.

Era Rei. É Rei. Será sempre Rei. Pop is dead. Michael is not dead. Just Beat It.

1958 - 2009 - Pra sempre

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Abaixo o vídeo que pra mim é a melhor de Michael Jackson. Billie Jean e o primeiro moonwalk para o público.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

fechando a mala


antes de dizer que o blog fechou, escrevo aqui que fechei as malas pra voltar ao brasil. ainda vou escrever sobre como foram os dias em toronto e niagara falls.

a sensação ao fechar a mala foi de que fiz um bom papel aqui. pra mim mesmo. posso dizer que cresci. e também emagreci. aqui em montreal eu tive que correr atras das coisas e em alguns casos significava correr mesmo. o onibus nao fica esperando naquele grito "peraê, motôôô!!!"

aqui também eu vi muita coisa. vi rico, pobre, mendigo, milionário, bilionário, punk, gótico, emo, junky, hippye, clubber, normal, casual, moderno, retrô, latino, japones, chines, coreano, mais japones, outro chines, outro ali, mais um, arabe, judeu, palestino, americano, africano, eita... outro chines, canadense, quebecois, alto, baixo, gordo, gordao, magro, mago, magrelo, amarelo, preto, branco, preto e branco, bonito, feio, feia, bonita, flor, planta, neve, chuva, sol, limpeza, sujeira, lixo, pixação, recife, são paulo, rio de janeiro, olinda, ben harper, ferrari, porsche, fusca, cachorro, gato, galinha, bicho de pé, rio, lago, praia (o nome era praia), frio, calor, vento, tempestade, raio, john lennon, amigos, saudade, esperança, briga, abraço, beijo, problemas, opa... mais um chinês...

e isso tudo eu to levando comigo, não na mala (não cabe porque tem muito chinês) e nem tudo em fotos. to levando na memória e no coração. guardei essa cidade no meu coração, num cantinho que o recife deixou eu reservar pra ela. não é a minha cidade, não é o meu país, mas eu posso dizer que hoje tenho um carinho especial por montreal. pra todo mundo, eu recomendo vir aqui.

um beijo pra todo mundo e até já já!

terça-feira, 2 de junho de 2009

IMAGINE

Os posts andam meio atrasados aqui, mas é que às vezes esse negócio de atualizar blog da um trabaaaalho. Bom, com coisas acumuladas vou falar de algumas coisas feitas há cerca de 2 semanas. Está acontecendo aqui em Montreal a exposição Imagine (inglês, por favor), que conta a história dos protestos de John Lennon e Yoko Onno. Eu ia até xingar a moça aqui, mas como a exposição fala de paz, deixa pra lá.

Ela acontece no Musée de Beaux Arts de Montreal (Museu de Belas Artes) e é super bem feita, muito bonita e emociona até quem não gosta da pobre da Yoko. Tudo bem que 99% das pessoas culpam ela pelo fim dos Beatles, mas o tamanho da loucura de John Lennon também ajudou. Ela só deu o empurrãozinho. Hehehehe.

O que dá pra ver na exposição é que John (chega de Yoko) tinha uma real preocupação com o andar do mundo, mas às vezes esquecia de se preocupar consigo. Ele veio bater em Montreal pra fazer esse protesto porque seu visto nos US foi negado por causa de porte de drogas um pouco antes, e em Toronto a imigração perguntou se ele tinha alguma ligação com grupos terroristas. Ahn? Aí ele estilou e disse "meu véio, aí é foda... vou pra Montreal que lá é limpeza. O povo usa droga na rua e ninguém liga". E veio. E foi recebido pelo prefeito e tratado como rei (que ele até merece) aqui.

Na exposição tinha de objetos pessoais do próprio: a famosa cama do protesto, seu violão usado pra gravar GIVE PEACE A CHANCE direto do quarto (o link pra ver o video ta aqui http://www.youtube.com/watch?v=I-NRriHlLUk ), seu piano branco, onde ele compôs a melodia de Imagine, os pedaços de papel de hotéis, restaurantes, folhas amassadas com as letras originais de Imagine, Give Peace a Chance e Merry Christmas (War is Over) e outros. Além disso vários discos dele, fotos, certidão de casamento com a dita cuja (coisa de fã recalcado), vídeos e outras coisas. Em alguns momentos da exposição você sente que o mundo pode ter jeito. Uma coisa um tanto utópica nos dias de hoje, mas a sensação que dá é essa sim. E acho que por esse motivo, ela atinge seu objetivo. Contagiar a pessoa com o espírito do cantor, ativista, desenhista, foda, mestre, compositor, diretor, beatle (paro os adjetivos neste que só existe para 4 pessoas na história) John Lennon. Ele era foda. Ele era gênio.

Na exposição também fala do seu assassinato em frente ao seu edifício por Mark Chapman, talvez um dos homens mais odiados da história moderna. E a frieza e a estupidez desse cara também ficaram na minha cabeça depois da exposição. Quando perguntado se ele sabia o que ele tinha feito, sua resposta foi a simples frase"I just shot John Lennon". Pra ele pode ter sido apenas isso, mas não pro resto do mundo.




"all we are saying is give peace a chance"

a viola do cara, com direito a seu desenho/assinatura nela. pra quem é fã, é emocionante ver de perto.

Eu lá na cama do protesto. Claro que esse lençol deve ser trocado diariamente, mas a cama é a mesma. Bom, é o que dizem.


Paul McCartney da Boa Vista senta no piano de John Lennon. Pretencioso? Eu? Nem a pau!


Abaixo, letra (duas fotos) de Merry Chrismas (War is Over)


Uma das áreas dos vídeos.


Abaixo a letra escrita à mão pelo próprio, original, num papel do hotel.

Bom, tem mais coisa pra mostrar mas deixa pra quando eu chegar no Recife. Como eu disse temc coisa atrasada aqui pra eu postar e farei logo, logo.

Beijos e abraços pra todos.
artur (get back)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

orford

Bom, depois de mais um longo tempo pra escrever, lembrei que no dia 18 foi feriado aqui no Canada. Dia da Rainha. Da Rainha??? É, a da Inglaterra. O Canadá ainda deve alguma coisa a essa tia. Eu que não tenho nada a ver com isso, viajei. =D Fomos pra um hotel numa pequena cidade do interior chamada Orford a umas 2h de Montreal. Cidade pequena que eu falo é pequena MESMO. Daquelas que a gente diz que so tem uma rua, onde o começo é a entrada e o fim da rua é a saída da cidade. Dentro de um Parque Ecológico, a cidade pequena, porém rica, tinha muita coisa legal pra ver. Eu que não to com essa paciência toda pra escrever dessa vez, vou botar fotos.










Acredite, as foots abaixo são de uma praia. Assim... praia de agua doce, mas pra eles é praia né? Fazer o que. Eu que nao entro na água. Ah! E dá só uma olhadinha no que pode e o que não pode fazer nessa praia. Será que pode fazer xixi na água?










Bom, depois eu explico as fotos. To sem muita paciencia pra escrever. Até breve e cheiro pra todo mundo.

terça-feira, 19 de maio de 2009

1 pra 1 em Ottawa

Sábado eu fui com Joana, Leila, Lu (3 de Recife) e Emerson (namorado paulista de Lu) pra Ottawa, capital da terra do gelo. Não sei se é algo particular de algumas capitais, mas assim como Brasília (nunca fui mas é o que dizem), não tem muito a fazer por lá. A cidade é pequena, sem construções tão grandes e um centro de cidade movimentado como em Montreal, mas tem lá suas coisas legais.

Fomos lá pra ver o festival de tulipas e andar pela cidade. Tava tudo bem programado e pensado, uma maravilha, não fosse pela chuva que caiu no dia. Mas como todo jogador de War que se preza e não desiste nunca, saímos do carro pra enfrentar vento, chuva na horizontal, guarda-chuva ao contrário e, claro, frio, pra ver as benditas tulipas 'ottawenses'. Foi como ter que ganhar um território no famoso jogo pra poder pegar a carta e tentar a troca na próxima jogada.

De cara, vimos já algumas tulipas e lá na frente o Parlamento Canadense. O lugar onde são tomadas as decisões do governo federal. Nessa hora a chuva apertou, não dava trégua e parecia que o dado do ataque ia, de cara cair no número 1 ou no máximo no 2. O desânimo era total. Mas a esperança das coisas melhorarem estava lá. Ficamos uns 8 minutos na fila da entrada do Parlamento até ouvirmos um funcionário dizer num inglês rápido e quase que impossível de entender "the'ticks're over. If yo'didn'tbuyit, come'tmorrow at 9 and'rserv yours. Sorry! Desolé!" Mais uma queda pros exércitos canarinhos. Resolvemos continuar andando pela cidadem, ver tulipas, o rio que separa Ottawa de Gatineau, museus, mercados públicos e o parlamento por fora mesmo.

E aí a chuva resolveu dar um tempo e fechamos nossos guarda-chuvas (nova regra do português aqui?), mudamos nossos sorrisos irônicos para sorrisos mais sinceros e como todo bom recifense, as piadas vinham com mais naturalidade, além da confiança de que tudo ia melhorar aumentava.

As tulipas na cidade são realmente algo de impressionar, tamanha beleza. Confesso que esperava um jardim do tamanho do Maracanã cheio de tulipas, mas o que vimos e fotografamos já foi suficiente pra dizer que fomos no Festival Canadense de Tulipas. Depois de andar mais um pouco, ver a saída dos noivos de um casamento, tiramos fotos da/na Maman (de Louise Bourgeois) , a famosa estátua de uma aranha de bronze, com quase 10m de altura e com 20 ovos de mármore. A estátua é uma ode à criatividade, pelo fato de uma aranha poder tecer redes tão perfeitamente milimétricas, resistentes e bem costuradas, bla bla bla... enfim, a estátua é muito grande, tem um significado muito massa e serve pra tirar foto, oras. Tem algumas outras dessa em Toquio, Londres, Seul e acho que em alguma cidade da Holanda ou Alemanha. Não sei ao certo.

Chega de insto e vamos seguindo. Bom, aí a gente foi no museu das Civilizações que na verdade não é nem em Ottawa, é na cidade ao lado, Gatineau. Pra chegar la, atravessamos a pé a ponte Alexandra, sobre o rio Ottawa, que liga a província de Quebec (Gatienau) a Ontario (Ottawa). Enfim, o museu. Uma fila grande pra entrar mas dessa vez conseguimos e passamos boa parte da tarde por lá, aprendendo um pouco sobre a formação tanto do Canadá como de outras partes do mundo. Um museu massa, mas tem que ir com paciência e disposição, porque é coisa, muita coisa pra se ver. Eu mesmo vi pela primeira vez uma múmia (morta, porque viva eu já vi por aí). E tirei foto. E levei carão do tio do museu porque não podia tirar foto. Rá! Dançou, tirei e logo duas. VIVA O BRASIL! heheheheh...

Depois do museu, um almoço às 18h e voltamos pra lá pra assistir um filme sobre como foram descobertas as primeiras múmias no Egito e porque Ramsés, Tutankamon, Akainatom, bla bla bla bla... foram mumificados. Não é hora pra aula de história. É hora pra seguir adiante e não falar mal do filme porque isso ia dar mais uns 2 parágrafos. Acabado o filme, pegamos o carro e a estrada de volta pra Montreal.

No fim das contas, o nosso dado vermelho do ataque caiu no número 2, só que a sorte quis que o da defesa caísse 1. Conquistamos Ottawa e agora partimos em busca de Quebec City e Toronto. E dessa vez com direito à troca.

Boa noite e abaixo fotos da viagem. Amém!


Cara de "pouta merda!"




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Tulipas de todas as cores, para todos os gostos, ocasiões.







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Prazer, Joana, mas pode me chamar de Jojoca.

Pois é! Eu disse a senhora. Agora fica aí reclamando. E devolva o guarda-chuva pro rapaz que esqueceu aí.

Vai um cházinho?

- Mon Dieu! Ils boivent tous le thé!
- Pois é, não pode oferecer a esse povo do Brasil não. Ó praí como é que fica, tá vendo?

Leila, Joana, eu, Lu e Emerson.

"A ponte é somente pra atravessar
Caminhar sobre as águas desse momento"


Múmia do casaquinho...
FARAÓ-Ó... ÓÓÓÓ

BUUUUUUUUUUUUU!
A aranha arranja o jarro, o jarro arranha a aranha. Nem a aranha arranha o jarro, nem o jarro arranha a aranha. (porra, até pra escrever é difícil).

É isso, povo!

Até o próximo post, sobre o feriadão da Rainha. Rainha? É, o Canadá ainda deve à rainha da Inglaterra, é mole?!

Au revoir.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Ben Harper & Relentless7

Eu fui! Foi do caralho! Sozinho, é verdade. Não é muito legal estar num show sozinho, sem ter ninguém do lado pra dizer "essa música é foda!" ou "bora ali pegar uma cerveja?". Se bem que pegar uma cerveja aqui não é algo muito divertido, porque não tem nada de engraçado pagar 5,50 dolares numa cerveja longneck + uma gorjetinha. Maldita gorjeta. No fim das contas uma cerveja sai por uns 6,25 dolares. Multiplica por 1,80. da uns 12 conto uma cerveja. Enfim, se o camarada quiser se embreagar aqui pra no meio do show soltar o famoso "toca Rauuuul", vai ter que desembolsar uma boa grana.

O lugar onde foi o show tinha um ar de boate, teatro sem cadeiras... um pouco maior que o local do show do Cake em Curitiba que fomos eu, Bruna, Rodrigo, Beto e Geo. O povo lembrava também o curitibano: agalegado, vestido feito os boyzinhos e boyzinhas de Caruaru (Giovanna, nem venha que você não é mais boyzinha de Caruaru).

Ah! Antes dos vídeos, também tenho que dizer o melhor da casa (e de todas as outras de Montreal): É PROIBIDO FUMAR! Ou seja, começa o show, acaba o show e você não vira um cigarro que anda. Não precisa nem tomar banho quando chegar em casa. Ufa!

Bom, vamos deixar de conversa mole e vamos ao que interessa. Aqui alguns momentos memorávies do show, pelo menos pra mim:

1 - Good Times, Bad Times - Led Zeppelin por Ben Harper and Relentless7




2 - Under Pressure - Queen por Ben Harper and Relentless7



P.s.: Hugo, isso não é Ice, Ice Baby de Vanilla Ice.


3 - Another Lonely Day - Ben Harper por Ben Harper and Relentless7



Curtam aí, façam de conta que foram comigo e digam pra mim "foi massa aquela parte do show que..."

Beijo pra todos e até breve!